:: Os 13 meses e a escola

  • terça-feira, abril 10, 2012
Desde que completou 1 ano, Alice se tornou o ser mais bagunceiro, moleque e andarilho desse mundo. Não para quieta, mexe em tudo, abre todas as gavetas. Principalmente quando está na casa dos outros. É claro que sempre a brecamos e tentamos explicar que não pode e tal e coisa.

Na casa da avós ela é livre. Pode mexer no que quiser. Abrir, derrubar, amassar, pegar, correr. Desde que não se machuque, é livre para ir e vir quantas vezes quiser.

Em casa ela já sabe onde pode mexer.  Estamos sempre explicando o que pode e o que não pode. Não colocamos protetor de quinas, nem de tomadas, nem de nada. Meu maior cuidado é manter as portas que chegam nas escadas sempre fechadas. Por que muitas vezes ela simplesmente me ignora.

Ela cai, machuca, chora, bate a cachola, chora de novo. Posso dizer que é uma garota bem livre. E marido e eu somos muito tranquilos. A deixamos experimentar e descobrir o mundo que a cerca. Sem frescuras e limites bobos.

Acredito que até por isso ela é uma menininha sem medo. Mais pra moleca do que qualquer coisa. Simpática, agradável. Uma ótima companhia, sem dúvida nenhuma.

Eu sou uma mãe muito ciumentona, fico lambendo e observando a cria ad infinitun. Não a imagino longe de mim antes dos 18 anos. Mas em nenhum momento deixo que isso a limite. Ou a deixe insegura. Quero mais que ela explore, descubra, observe. Eu sempre estarei atenta e ao lado para estender a mão quando necessário, para acalantar e acalmar.

Acho um saco isso de superproteger. Minha mãe sempre foi muito superprotetora. Ela é do tipo que se ligar no celular e no fixo e eu não atender nenhum, acha que fomos todos sequestrados. E isso às vezes sufoca. E escrevo numa boa isso aqui, por que ela sabe que penso assim. Ela nunca andou de carro comigo, nem com minhas irmãs. Morre de medo. E agora com Alice, elevamos isso ao cubo. (alguém aqui é assim?)

Por isso a maneira como crio Alice. Apesar de querer que ela esteja sempre perto, aos meus cuidados, quero mostrar o mundo para ela, ensina-la, fazê-la testar, gostar de aventuras, querer viajar muito. Independente de qualquer percalço poderá contar comigo, sempre.

Hoje em dia, no auge de seus 13 meses não estranha ninguém, brinca com todo mundo e quase não chora. Apenas o faz quando está com sono ou quer mamar. Daí só eu ou o pai ou o cobertor resolvemos.

Ela aprende muito e nos imita mais ainda. Já fala "auau" para cachorro (e todos os demais bichos do mundo), já pede "daaahhh", já dá com um "toooohhh", fala "abua" para água, "maie" para mãe, "paie"para o papai entre outras que ainda não entendemos ou identificamos. Mas a verdade é que a menina vai falar muito rápido. Já dá sinais claros disso.

Todos os dias vai passear na pracinha duas vezes, de manhã e a tarde. Já conhece os amiguinhos e adora brincar com eles. Troca bactérias, babas e vírus. Uma delícia. E provavelmente foi lá que pegou a primeira doença da vida, a tal da roseóla (mas isso é assunto pra outro post)

Ela é muito sociável e faz amizade fácil, fácil. Brinca com todos, empresta os brinquedos, não chora. Vez ou outra rola um arranhão, uma mordidinha ou até mesmo um carinho exagerado. Coisa de bebês de 13 meses.

Para mim, até agora, esta é a melhor idade. Eles já são bípedes mas super bebês-pequeninos. São desengonçados. Tropeçam, andam bêeeebados, cambaleando. Chegam no parquinho destruindo o castelinho das crianças maiores (Anne falou muito bem disso quando descreveu um bebê de um aninho no parquinho neste post da patrulha do tanque de areia). Não falam ainda mas ficam testando e imitando tudo que a gente fala. Morro de amor um pouquinho por dia. Juro!

*

Muita gente (muita mesmo) me questiona sobre quando ela deverá ir pra escola.  Já ouvi que ela tá tão esperta e precisa ir pra escola para brincar e conhecer mais crianças.

Eu, sinceramente, dentro da minha possibilidade profissional no momento, não pretendo que ela vá à escola tão cedo. Se for para brincar, que vá ao parquinho com os amigos.

Consegui me estruturar profissionalmente de uma maneira em que consigo dar atenção, peito e amor à ela mesmo quando estou trabalhando. Tenho uma pessoa que me ajuda com a Alice e a casa. E isso me rende mais ou menos 7 horas de trabalho. Consigo resolver muitas coisas, Alice nunca está no meio. Desce uma vez ou outra quando me chama e eu subo vez ou outra quando ela pede pra mamar.

A cuidadora a leva pra praça, dá o almoço (sempre feito por mim), brinca. E eu trabalho tranquilamente, sempre estando por perto para observar os cuidados dela com a pequena.

O engraçado é que ela já sabe que estou no andar de baixo e se comunica perfeitamente com a moça quando precisa de mim.

Por tanto, neste formato de trabalho e casa, não há necessidade de Alice ir para a escola antes dos 3 anos. Idade, inclusive, orientada pelo pediatra dela.

Claro que se precisasse, ela já estaria em uma. Mas por enquanto, não quero e já até convenci o marido disto.

Acho incrível quando me dizem dos avanços de tal criança por ter ido à escola e tudo mais, mas Alice descobre, imita e avança sozinha e com os amigos do parquinho... tá ótimo. A verdade mesmo é que cada um fará cada coisa em seu tempo, independente de estímulo ou não. Pirar com isso é complicar. Ai, e pra que complicar? Pra que pagar escola pra ela brincar se pode fazer isso em casa e na praça?

E você, se pudesse trabalhar em home-office, com quantos anos mandaria o baby pra escola?





22 comentários:

  1. Q lindo! Bom é a primeira vez q comento, mas acompanho o blog a um bom tempo....com certeza 1 ano pelo menos!!!
    Bom, eu optei por parar de trabalhar e minha filha começou a ir pra escola esse ano (fez 3 anos em março, e confesso q por minha vontade ela ainda ficaria mais 1 ano em casa! Sou super a favor de que quanto mais puder ficar em casa melhor, independente de a mãe trabalhar ou não, desde que a criança esteja muito bem cuidada e estimulada, tá valendo! Parabéns sua filha é uma graça!!!!
    Abraços,
    Bruna

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  2. Pat, seu esquema é o esquema dos sonhos. Também sonho com o home office, mas por enquanto estou só no "home". Hehe.
    Também acho que a criança não precisa ir pra escola antes dos 4 anos. Eu, contudo, amo escola e mesmo com minha licença de 3 anos pretendo mandar Margarida com 1 ano e meio pra fazer o mestrado. Sei que tem a opção da babá, mas eu sou muito cismada com babás e não consigo delegar nada se estiver em casa. Como Emília já está super adaptada na escolinha (que foi uma necessidade na época em que minha licença maternidade acabou), já conheço o esquema lá, a coordenadora, as educadoras, acho que vou mandar Margarida ano que vem mesmo. Nada fechado ainda, mas a princípio prefiro isso a arrumar uma babá.
    Mas, como disse, é uma questão totalmente pessoal. ninguém melhor pra cuidar da criança que a mãe, e realmente a escola não é uma necessidade. Mas como eu quero fazer algo em meio período (até pra melhorar minhas possibilidades de vir a trabalhar em casa depois), tenho de delegar parcialmente. E, atualmente, estou preferindo a instituição. Mas, GLÓRIADEUS, só de manhã!!!

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  3. agora percebi que ficou engraçado... quem vai fazer o mestrado sou eu, não a Margarida.

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  4. Pati, também acho antes dos 2 anos muito cedo para escola. Mas daí vai da necessidade e confiança de cada mãe, né?!
    Minha filha começou na escola com 2 anos e 10 meses, o ano letivo começou quando ela tinha esta idade. O pequeno vai com 2 anos e 4 meses que é a idade que ele terá em fevereiro. A reserva na escola já feita. Ele vai à escola mesmo. Não aos berçarios e escolas com períodos flexíveis que, na minha opinião, tem um ponto negativo. Os lugares que oferecem este serviço é porque não tem com quem deixar os filhos e tem que trabalhar de qualquer jeito. Não estou julgando!!! Então a incidência de crianças doentes na escola é bem maior.
    Estas escolhas, bem como a escolha da escola, é muito mais subjetivo e instintivo da mãe. Apesar de errarmos nela também.
    Minha filha vai para uma escola muito legal que tem como referência a escola da Vila de SP!!!
    beijos

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  5. gents, Margarida fazendo mestrado, óia commo essas criancas de hoje tao espertas, hahahahaha

    falando sério e respondendo a tua pergunta: se eu tivesse um esquema bunito como o teu, só mandaria Lucas pra escola com 25 anos.

    hahahahahaha

    ok, 2 ou 3, estaria ´´oótemo.

    beijo em vcs

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  6. Meu esquema é como o seu, Pat, e não consigo imaginar a necessidade de mandar a Rafa pra escola agora. Como disse a Lia, nós temos o esquema dos sonhos de qualquer mãe!!
    Se eu tenho quem fique com ela pra me ajudar (sem a babá ficaria impossível de trabalhar) mas posso ficar por perto "beliscando" ela o dia inteiro e de olho no que está acontecendo, pra que vou mandar pra escola? Nessa idade eles ainda não têm necessidade de socialização. Imagina a Rafa, então, que tem irmã mais velha? Impossível ser mais esperta!
    Luísa foi com 2 anos e meio e vou colocar a Rafa com a mesma idade, no ano que vem. Acho que está de ótimo tamanho. Lógico que, se eu trabalhasse fora, iria preferir deixar na escola a deixar em casa sozinha com babá, mas não é o caso.
    Não ligue para as cobranças, seu esquema é um privilégio.
    Beijos

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  7. Eu ia ficar com o joaquin em casa até os 5 anos. Mas desde que ele completou 3 anos e parou de dormir a tarde em casa, passou a ficar muito muito muito entediado, assistindo tv, e brigando muito com a irmã (um ano e meio mais nova). De modo que estava ficando muito estressante ficar com os dois em casa. Entao, ele foi pra escola com 3 anos e meio. Mas a pequena, que é super apegada e normalmente se cansa fácil, nao deve ir tão cedo. Vou esperar ela dar sinais de que chega de ficar em casa pra pensar em escola pra ela. com a chegada do novo irmao, vamos ver como vai ser. Acho que ela vai curtir o irmao à beça, e vai ser bom pro pequeno Benicio saber que ele nao é filho único. Eu acho que nao existe idade ideal pra ir pra escola (quer dizer, tem que ir quando o MEC diz que tem que ir, masa antes...?); eu acho que cad mae/pai é autoridade suficiente pra achar que o filho deve ou nao frequentar a escola, ou a pracinha/a aula de musica/o futebolzinho/a aulinha de isso ou aquilo. A Alice terá suas oportunidades de se relacionar com outras criancas, talvez nao todo dia, talvez nao o tempo todo, mas eu sinceramente acho que isso nao é primordial. Se você está bem esquematizada com a babá, não tem porque mudar. Espere a Alice "pedir" por mais, "pedir" por escola.

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  8. Lia, realmente ficou engracado, parecia que a margarida ia fazer mestrado, hahahah!

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  9. Vixe, Pati, esse assunto é complexo por aqui... pq eu acho que vc tem toda a razão do mundo em não enviá-la ao berçário por ora e pelos próximos anos. Não acho que a criança ganhe qlq coisa a mais indo para o berçário, pq brincar, como vc mesma disse, pode ser em casa, com os vizinhos, na praça, no parquinho e de graça. Não precisa pagar um MBA para deixar seu filho aos cuidados de outros. Isso vc faz em casa, tem alguém junto, alguém que vc olha, que vc sabe se está tratando bem o teu filho e, se vc puder trabalhar de casa... quanto melhor!
    Eu trabalho fora, pus a Laura no berçário com 7 meses e ainda hoje, ela com 15 meses, busco uma babá para ficar com ela (que seja de extrema confiança, ou não vai rolar). Não acho que o berçário a estimule mais do que se ficasse em casa com alguém cuidando dela, se fosse para a praça e curtir uns amigos, se brincasse com outras crianças fora do metro quadrado da escola. Criança é criança em todo lugar, o berçário só padroniza o aprendizado (o que eu nem sei se é bom assim). No meu caso, não tive e não tenho opção, não posso (e não quero) parar de trabalhar, eu colaboro com a metade do incoming da casa, a nossa família precisa da minha colaboração nesse sentido. Além disso, eu gosto de trabalhar, de encontrar pessoas, dessa dinâmica toda (até pq eu sou comercial em uma seguradora, gosto de gente mesmo). Agora, se eu pudesse trabalhar home office pelo menos 2 ou 3 x por semana seria o meu sonho... o meu melhor sonho. E neste caso, Laura iria para a escola para aprender a ler. Quando é isso? Com quantos anos eles aprendem a ler? Ia ser nessa hora aí.

    Beijos, querida, adoro seus posts!

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  10. Áh, sobre os 13 meses, não podia deixar de comentar. A Laura tem 15 e desde os 13 meses eu falo que é a melhor fase... então, vamo tudo se abraçar e chorar e siemocionar, pq só fica melhor, Pati!!!

    Eu escrevi um post, em janeiro, falando que aquela fase da Laura era tão legal e especial que eu achava que era a melhor de todas. E em todos os posts seguintes eu disse que era a melhor fase. E descobri que sempre vou achar que é a melhor fase, daqui pra frente!!!!

    Ebaaa!!!!!!

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  11. Pat, seu esquema é ótimo, sem dúvida! Eu vou colocar a Clarice na escola com 2 anos e 1 mês porque, mesmo estando em casa, não tenho tempo para fazer atividades com ela e já sinto necessidade de mais tempo para mim. Fora que ela pede sempre para ir, vê a Ciça indo e quer ir também. Ao buscar a Ciça, ela entra na sala, pega um livro na estante e senta para "ler". Se eu já pensava em colocá-la aos 2, isso me fez ter certeza. O lado ruim são as doencinhas, mas estas já chegam aqui via Ciça, então não sei se vai mudar tanto...
    Beijos

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  12. Patricia, essa é uma decisão realmente muito pessoal, mas que deve, como você demonstrou em seu post, ser muito bem pensada pela família e sempre pode ser revista, dependendo da criança e da situação dos pais.

    Aqui em casa eu optei por matricular Pitoco com quase 2 anos na 1ª creche porque eu precisava trabalhar (trabalho em home office, como você, mas com ele novinho e nós dois sozinhos em casa, ficava impossível trabalhar). A adaptação foi terrível, longuíssima, a coordenadora chegou a me dizer que foi a pior adaptação que ela já tinha feito. Somado a vários problemas que a escola foi me apresentando ao longo de 6 meses, resolvi tirá-lo de lá.

    Ao matricular na 1ª escola eu já havia visitado umas 10 escolas e sabia que aquela seria a melhor opção, mas resolvi pesquisar novamente e o matriculei numa outra escola nova, que tinha menos de 1 ano de funcionamento. Lá ele ficou até esta semana. Ao longo desses 2 anos na escola houve altos e baixos - em alguns momentos ele parecia estar adaptado e em outros não. Até que começou um tipo de ansiedade que passou a me incomodar demais.

    Além de ficar mudo na escola, se recusar a falar deliberadamente, ele passou a nos perguntar insistentemente nos fins de semana se aquele era dia de ir para a escola, um sinal claro de que estava muito ansioso e não queria de jeito nenhum ter que voltar ao ambiente escolar. Sinal de alerta ligado, insisti para que ele contasse mais coisas sobre a escola - apesar de ter sempre este tipo de diálogo com ele, achei que era hora de sentar e tentar extrair o máximo possível dele - e descobri que ele se sentia muito angustiado em ter que conviver com crianças que batem, que empurram, que brigam, que não querem dividir brinquedo etc. São coisas comuns da idade (ele tem 3 anos), mas ao mesmo tempo, quando o colégio não sabe intervir adequadamente nestas situações de "estresse" entre as crianças, o resultado é que crianças menos "agressivas" ficam extremamente reclusas, inibidas e amedrontadas.

    Meu filho é extremamente alegre, falante, divertido e inteligente e via que ele se transformava no colégio. Hoje, analisando friamente, percebi que ele tinha medo do ambiente escolar e por isso resolvemos trazê-lo novamente para dentro de casa 24 h para que se sinta novamente tranquilo e seguro. Decidi que só vou voltar a matriculá-lo quando ele estiver em período de alfabetização, pois terá maturidade suficiente para saber lidar com situações sociais mais difíceis, como amiguinhos mais agressivos etc.

    É importante acrescentar que esta foi uma decisão dificílima para mim porque sempre achei que a escola, desde os 2 anos, era algo FUNDAMENTAL. Hoje sei que depende da criança e da família. Meu filho não se adaptou e pretendo trazer a segurança e restaurar a confiança dele em relação a outras crianças novamente antes de matriculá-lo de novo em uma escola.

    Nós somos todos diferentes e, como você bem afirmou, quando observamos de perto nossos filhos, cuidamos e respeitamos nosso jeito de ser e o jeito de ser de nossa família, a probabilidade de errar é menor e, se errarmos, dá tempo de consertar sem maiores transtornos.

    Parabéns pelo belíssimo post e pelo blog que eu adoro. Fico de longe mandando vibrações boas para sua família linda, viu? Beijos,
    Fernanda

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  13. Bom dia, tenha um ótimo final de semana :)

    beijos

    Dri Viaro
    www.driviaro.com.br
    www.ameliasdesalto.com
    www.ateliefesteiro.blogspot.com

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  14. mandaria somente na idade obrigatória!

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  15. Pat, q bacana seu jeito de descrever tudo isso, resumindo as descobertas da Alice, suas vivencias como filha e como mãe.

    A coisa do home office é muito bacana, e é até curioso como nunca pensei nisso, pq trabalhando em casa e podendo, REALMENTE, conciliar materndade e vida profissional, acho q lamberia meus filhos até alguem chegar e falar: Querida, eles precisar ir à escola hahahahha!Como nao deu e o pai deles so os ve de finais de semana (pensa nisso!) por questoes de horario, parei pra me dedicar a eles.

    Ta certissima de coordenar td assim, achei legal, é da alegria e entusiasmo pra sua filha, isso é muito saudavel, muito motivador para todos, eu acho!

    Legal!

    Bjao
    Mi

    PS. To eu tentando administrar esse tal tempo e blogar com mais frequencia, fazer meus registros e, principalmente ver os amigos por aqui!
    Bjooo

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  16. Pat, somos tão parecidas a respeito da criação com liberdade. Isso é muito bom. Vc está criando uma menininha destemida, no sentido mais amplo da palavra.

    Sobre a escola, como não trabalho, resolvi levar o Otto aos 2 anos. E ao recebê-lo, duvidaram que ele nunca esteve num ambiente escolar antes. Ele começou a falar muito cedo, com 1 ano e meio já sabia diferenciar todas as cores e contava até cinco. Coisas que aprendeu em casa, de forma despretensiosa...apenas brincando!!!

    Beijo grande

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  17. Eu colocaria na escola por volta de 3 anos.

    Mas meu bebe está com 7 meses e a situação aqui em casa já está difícil. Trabalho 8h e ele fica com a babá e minha mae vem todos os dias vê-lo. Não estou muito segura da situação, apesar de confiar na babá, acho tempo demais longe de mim, não consigo dispensar minha mãe.
    Um Dilema... vamos ver o que vai acontecer.

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  18. Pati,

    Lembra do que eu comentei, acima, dia 11 de abril? Que eu não acho que berçário seja importante, não concordo que crianças tão novas vão para o berçário (quer dizer, se há a opção de ficar em casa, eu não tive isso), e que se pudesse, tiraria a laura do berçário? Pois eis que a vida mudou drasticamente (para melhor) e hoje eu converso na escola da Laura (15 meses) que ela vai sair para ficar em casa coma babááááá!!!!!

    Eu estou muito feliz, muito mesmo, vim compartilhar contigo - não me pergunte pq, acho que pq vc tem escolhas mto parecidas com as minhas e eu comentei por aqui que queria que a Laura ficasse em casa. E agora vai! E estou mto feliz! =)

    Como eu disse tbm, eu estava procurando uma babá, mas não estava propriamente, pq não colocaria ninguém para cuidar da Laura que fosse recomendada ou de agência, apenas uma pessoa seria contratada, mas ela estava trabalhando na época do seu post. Ontem essa pessoa fechou comigo e com o meu marido para começar em maio.

    Estou mto feliz!

    E espero que vc tbm se sinta fazendo a escolha certa diariamente! Pq os nossos filhos merecem carinho, cuidado e atenção.

    Beijos, querida!

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  19. Oi Pati!
    Nossa, Alice já com 13 meses e andando e baguncando, tem coisa melhor?
    Que delicia este seu esquema de trabalho.
    Se eu tivesse um assim acho que só mandaria para escolinha com 2 ou 3 anos!
    beijao
    Pati

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  20. Patrícia, hoje estou passando por aqui para fazer um convite: gostaria de convidá-la a participar de uma blogagem coletiva que estou propondo em meu blog em homenagem ao dia das mães. Passe por lá e confira. Adoraria ter você participando dessa blogagem!

    Beijos!!!

    Lívia.

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  21. vc sabe que sou do time das que trabalham 40 horas/semana e colocam o bebê na creche antes de um ano. é uma questão de necessidade e de outras coisinhas mais pessoais e menos nobres (como ciúme de babá, por exemplo) - coisa de gente doida, enfim!

    se - veja bem - SE eu tivesse o seu esquema eu mandaria meu bebê para a escola com dois anos. sim! esta seria a única chance dele estudar com a professora do grupo 2, uma moça pela qual sou meio apaixonada... numa escola que para mim é tudo de bom.

    bom mesmo e de verdade - melhor estar lá até que ficar comigo. mesmo se eu não tivesse mais nada para fazer além de estar no chão do quarto armando vagas e enfileirando carros...

    a questão é que tenho uma boa referência da escola onde alice estuda há anos e sei que arthur é feliz nas quatro horas que vive lá.

    na época de alice, sem esta referência, eu fazia este exercício e sempre dava que eu colocaria um turno na creche desde um ano e meio-dois anos... seria uma forma de me liberar para outras providências e estar num lugar mais divertido que em casa com babá...

    mas acho que se a mãe se sente confortável, não há nenhum prejuízo para a infância em deixar para mandar mais tarde... nenhumzinho!

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  22. Pati!!

    Demorou, mulher, a gente precisa SE apresentar e apresentar asminina tudo! Deixá-las comendo pepino, tomando suquinho e bagunçando à vontade, enquanto a gente bate aquele papo!!!

    Demorou, vamos???

    Este fim de semana estarei fora, mas no feriado mesmo (dia 1) estarei em SP, será que dá para nos encontrarmos???

    Beijos grandes!!!!

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